You are not so smart

Pra começar o ano.

Tive o “infortúnio de me identificar com alguns elementos que são apresentados no “trailer” deste livro.

No fim das contas além de genial me convenceu a checar sobre o livro e pensar em comprar. Entrou pra lista de leitura de 2012.
Interessados: http://www.amazon.com/You-Are-Not-So-Smart/dp/1592406599

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Você pode comprar seu kindle por $114,00 mas…

A amazon não perdeu tempo. Saiu uma nova versão do kindle de 6″ (já faz algum tempo)  que está custando apenas US$114,00. E qual a razão desa diferença de US$25,00?
Eles chamam de kindle with includes Special Offers que no resumo da ópera é Kindle com Progandas.

Além dos US$25,00 de economia ele vem com alguns “benefícios”. Você terá direito a aluns preços “especiais” diretamente no seu kindle.O que não fica claro no site sobre a frequencia de promoções e se serão exclusivas para kindle ( pois receber no kindle não implica em exclusividade).

Agora será que uma economia de US$ 25,00 e ainda não tão certas promoções valem a pena por receber propaganda indefinidamente?
Se ainda assim você acredita que a economia valha a pena vai lá.

 

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Era pra ser uma review do #DevInCachu

O rascunho inicial era pra ser uma resenha do #DevInCachu. Mas depois de ler os posts que rolaram por ai acabou que não vi muito significado em falar sobre as palestras pois muitos outros o fizeram com uma propriedade tal que não seria capaz de me comparar.

Para ler mais sobre as palestras do DevInCachu você pode ler os textos do Leo Hackin e do Jeveaux pra começar.

“Ok, então qual o motivo do post e sua relação com o DevInCachu? Pois que eu saiba você dormiu o evento inteiro”

Não foi assim e as provas apresentadas são contestáveis.

Pra mim o importante do evento foi ver a renovação da motivação para se realizar coisas além da estação de trabalho e a retomada da constante melhoria. No momento pós-evento foi surpreendente ver a vontade das pessoas de criar movimento nas comunidades e estabelecer marcos tal como foi o DevInCachu. Eu acabei indo nessa onda e sendo levado a análisar como estamos guiando nossas carreiras e sobre vestir a camisa da empresa…

O verdadeiro vestir a camisa.

Assunto que vez por outra acabo discutindo e no evento não pode deixar de ser diferente. Da conversa tirei a seguinte conclusão:
Acredito que o que precisamos é vestir a camisa enquanto profissionais tal qual faz um jogador de futebol. A camisa que ele veste é parte o uniforme da equipe da qual ele faz parte e ainda que mude de equipe ( muito que provavelmente ) ele continuará sendo um jogador de futebol que terá de treinar sempre para obter o melhor desempenho, que trabalhará em equipe e abrirá mão de ser qualquer tipo de “rock star” em campo para que a equipe obtenha a vitória.
E a tendência é que seu passe vá ficando cada vez mais valorizado e assim ou o clube investe mais nesse profissional ou ele vai pra uma outra equipe com maiores recursos.
Troca de time mas dificilmente de esporte ( salvo similaridades com outras práticas mas jogador de futebol virando estrela do voley eu nunca vi) e se for um verdadeiro profissional honrará com os compromissos assumidos para aquele uniforme que está vestindo.

E o DevInCachu serviu pra isso. Para que eu pudesse entender o quanto poderia fazer enquanto profissional e saber se estava realmente honrando o uniforme ou se deveria “tirar essa farda preta pois era um moleque” e no fim se tudo der errado ter a certeza de que deu errado não por falta de esforço ou dedicação.

Pois se queixar de que tudo está dando errado e que não se teve oportunidades o suficiente é simples agora encarar os problemas e as possibilidades e tentar solucionar os problemas enquanto se cria as próprias oportunidades, ah isso, isso demanda muito esforço.

E você pretende ser um jogador de elite ou pretene passar o resto da vida como reserva de gandula chorando que nunca teve a chance de jogar em grande time?

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Aprendendo algoritmos de ordenação

Uma forma diferente de se ensinar sobre algoritmos de ordenação apresentada pela Sapientia University,  Romania.

Mais algoritmos você encontra em:
http://www.youtube.com/user/AlgoRythmics

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Kindle além da leitura de livros

Alguns podem não saber mas o kindle ainda é um produto em desenvolvimento e seu software além de ser continuamente atualizado possui uma série de funcionalidades ( não tão úteis) que, seja por teste ou pelo bom humor de algum desenvolvedor maluco, não estão acessíveis nos menus e nem listadas nos manuais.
Como um bom exemplo disso é a existência do campo minado nas configurações de fábrica do kindle. Duvida? Experimente na home digitar: ALT+Shift+M.
Talvez não seja tão interessante mas existe na amazon alguns jogos disponíveis para o kindle

Campo minado

Gomoku

Para tanto a Amazon lançou o KDK – Kindle Development Kit que permite o desenvolvimento de aplicações para o kindle.

Estou aguardando a liberação do kdk para que eu possa brincar um pouco e quem sabe dar um feedback. Enquanto isso uma galera por ai vai hackeando sua versão atual e se divertindo inserindo novas funcionalidades e alterando comportamento.

Eu fico mesmo na espera.

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Kindle – Vale a pena?

Gordo feliz e seu kindle.

Então na véspera de Natal de 2010 não resisti. Acabei comprando direto na Amazon.com o leitor de livros, que utiliza a tecnologia de tinta eletrônica, Kindle.

Optei pelo modelo com display de 6″ e wi-fi, dispensando assim o “Free 3G” ou uma tela de 9″. O investimento no aparelho foi em torno de R$ 500,00, levando em conta já os impostos ( que a Amazon faz questão de cobrar por si só e devolver algum valor caso o o imposto acabe sendo menor que o valor cobrando ) e o frete.

A entrega foi um tanto quanto demorada, só recebi a mercadoria dia 20/01/2011, quase um mês depois ( mas não foi surpresa pois a Amazon havia agendado a entrega para o dia 19 logo o ideal seria dizer que a entrega foi no prazo mas a espera foi grande) e como já se passou algum tempo utilizando o produto gostaria de falar sobre alguns pontos positivos.

  • a tão alardeada bateria de duração de um mês ainda não pude confirmar mas já tem mais de uma semana que o indicador de bateria não se move apesar do uso constante.
  • é extremamente confortável de se usar e seu pouco peso surpreende. É fácil usar e, de certa forma, intuitivo para sua função básica ( leitura de livros )
  • é discreto. Assim que comprei tinha receio de ler alguns livros no ônibus, por exemplo, porém o aparelho se demonstrou tão discreto que durante a semana pude ler tranquilamente sem atrair olhares curiosos.
  • contraste ideal. A leitura flui tão bem quanto em qualquer livro.

É claro que nem tudo é perfeito e para tanto algo de errado não está certo.

Sei perfeitamente que o aparelho foi desenhado para leitura de livros porém como fã de hqs e mangás não pode evitar de testar com os mesmos (como podem ver a imagem inicial é a última edição de kick-ass).

The Walking Dead #80

Para a leitura de hqs americanas convencionais o texto fica pequeno e acaba sendo um esforço de leitura um pouco maior. O zoom é satisfatório para ajustar o tamanho porém eis que surge um problema. O zoom não é persistente. Em cada página você é obrigado a dar o comando de zoom e sempre que manda mudar a página ele simplesmente sai do zoom mantendo você na mesma página.

Podemos ver aqui a diferença do zoom

Sem zoom. Margens enormes.

Com zoom. A diferença é considerável.

Essa diferença é grande com relação ao conforto. Para mangás, em que os textos costumam ser maiores o impacto é menor porém ainda afeta bastante o conforto para o uso em um ônibus ou um local sem iluminação perfeita.

Sobre formato de arquivos o ideal é o uso do mobi. Arquivos pdf, pelo que pude notar, sofrem distorção e as fontes tendem a ficar embassadas. Mas sua conversão não possui mistérios. Utilizei o software chamado calibre que faz a conversão e ainda faz a organização de sua biblioteca digital.O sotware aceita a maioria dos formatos ( incluindo cbr e cbz) e está disponível para Mac, Windows e Linux.
O único problema que tive com o sistema é que ao mandar o próprio calibre enviar os arquivos para o Kindle, tornando possível assim saber o que possuo em minha biblioteca e o que tenho na memória do meu leitor, ele alterou as permissões dos arquivos no aparelho fazendo com que só ele possuisse a capacidade de enviar e receber arquivos para o kindle.
Ainda não inspecionei as configurações do sistema calibre para que isso não seja um problema. Caso descubra faço um update.

Livros de programação não perdem a formatação dos códigos.

Continuando com as funcionalidades do aparelho seu dicionário é extremamente útil, principalmente para pessoas que não possuem intimidade com o idioma inglês como eu, permitindo que enquanto se faz a leitura sem sair da página em questão se possa ver o significado de um termo. Iniciei a leitura de  The Hobbit em inglês e o dicionário foi a salvação em vários momentos.

O teclado durante a semana se mostrou praticamente inútil servindo apenas para uma tentativa de uso da capacidade wi-fi que se mostrou um sucesso com o browser interno do Kindle renderizando as páginas com perfeição, porém com lentidão. A lentidão é um fator inferior pois, mais uma vez, navegação não é o objetivo do aparelho.
Acredito que o teclado poderia sem removido sem muitos prejuízos mantendo pouco mais de 5 teclas e as teclas de navegação, assim teríamos um produto ainda mais discreto, pois de certa forma o que acaba chamando a atenção é o fato daquela pranchetinha com um desenho na frente ter um teclado, e quem sabe com uma tela um pouco maior.

Como conclusão breve, se você é apaixonado por leitura ou se seu trabalho exige que você leia muito o Kindle valerá cada centavo.

Para mim está valendo. Pois imagine ter que passar por quase 4 horas em consultórios esperando para ser atendido e ter apenas um único livro a disposição. Torama que você tenha a sorte do tema ser extremamente interessante, que você tenha ao menos 3 horas e e 30 minutos de leitura ou que você tenha uma mochila grande e não se importe de carregar mais de um livro.

Importante: O Macbook não faz o flip das imagens por padrão e eu fiquei com preguiça de espelhá-las.

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Meu ambiente de trabalho em 7 itens

Fui indicado pelo Jeveaux e pelo M3nd3s ,para dar continuidade ao meme “Meu ambiente de trabalho em 7 itens”.

1) (g|mac)?Vim

Todo mundo copiando o regex que o m3nd3s fez pro seu post. A falta de criatividade é absurda. Mas vá lá…
Assim que comecei na Giran comecei a utilizar o TextMate que é um editor simpático e atende bem as necessidades de desenvolvimento tendo em paralelo como um gedit anabolizado. Porém depois de algum tempo de trabalho o Francisco e o Almir me apresentaram ao macVim. Já tinha ouvido muitas histórias assustadoras sobre o vim e as dificuldades de uso e no fim só se mostraram balela realmente. Um editor extremamente leve e prático com uma customização bacana que pode ajudar muito em sua produtividade.

Só tenho um problema que depois de um certo tempo usando Vim acaba acontecendo :q ou :cd em quase toda janela.

2) Firefox+Firebug

Desde seu lançamento passei a utilizar o Firefox e por fim se tornou o navegador padrão nos computadores que utilizo.

Para trabalhar com sites, um complemento importante ( que me foi apresentado nos dias em que trabalhava na iMasters ) é o Firebug. Para verificação de css, html e javascript é difícil encontrar ferramenta melhor provendo em tempo real as informações necessárias para modificações e permitindo uma série de experimentações.

3) Mac Os/Ubuntu

O Mac Os veio com a Giran e por escolha desde 2006 o Ubuntu. Na época (2006) tive problemas com o windows e no desespero para checar os emails acabei utilizando um cd que estava jogado lá do ubuntu que eu tinha acabado de receber pelo correio. Desde então meu computador pessoal não conhece outra coisa.

4) Bash (Terminal)

O uso do terminal veio com os dias de Ubuntu e no trabalho ele se mostrou fundamental para agilizar o desenvolvimento de aplicações e com a mudança pro Rails e o us do Git se tornou praticamente impossível fugir.

5) Rails

Nos últimos meses o php foi quase que totalmente substituído no meu dia-a-dia pelo Ruby on Rails. Uma framework extremamente eficiente ( que o Francisco Souza pode não concordar em suas comparações com Python ) que possui uma série de recursos fantásticos com uma curva de aprendizado que não chega a desagradar.

6) Git + github

Mais uma ferramenta que aprendi a utilizar com o pessoal da Giran.O git é ideal para não se perder, não perder código e conseguir coordenar o trabalho em equipe. E para extrair mais do potencial do git o Github vem ai pra assumir o trabalho.

O Github ainda não utilizo amplamente em meus projetos pessoais mas vou caminhando aos poucos enquanto que na Giran é fundamental para o desenvolvimento das atividades.

7) Google

Não só como ferramenta de pesquisa mas muitas das ferramentas associadas como os serviços de email gmail, calendário e feeds.

São componentes necessários ( exceto pelo agregador de sites que pode ser, relativamente dispensável ) que são oferecidos de forma Free com acesso simples bastando ter uma única conta junto ao google ( nooosssa! ).

Bonus Round: Xbox 360

Mesmo não sabendo jogar nada e a falta de coordenação motora se fazer evidente o entreterimento é fundamental para se ter um ambiente sempre descontraido. Sim.. eu sou péssimo em geral nas partidas de fifa eu perco pra todo mundo mas ainda assim acho divertido.

Concluindo:

A maioria dos itens são semelhantes aos do pessoal com quem trabalho. Acredito que era de se esperar algo do tipo.

Para dar continuidade ao meme convoco:
@dianapadua

@cobalto

@hitomichan


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E em 2010 foi assim…

O ano de 2010 foi um ano muito interessante. Uma série de mudanças que causaram impacto tanto na vida pessoal quando profissional e praticamente prepararam o terreno para um ano de 2011 extremamente produtivo.

Em 2010 concluí minha primeira faculdade, Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação ( aja tecnologia em um nome só), experiência extremamente válida que me mostrou como o mercado pode ser amplo e como as pessoas podem melhorar com o incentivo adequado e o conhecimento de suas proprias limitações.

Passei a fazer parte da equipe Giran, começando com php em um projeto com Makoto, aprendendo um pouco de Python sob a tutela de Francisco Souza e partindo pro Rails junto com Leo Hackin e Almir m3nd3s. Participei do Rails Rumble ( mas mesmo sob o efeito de várias latas de energético consegui a proeza de dormir) e comecei a ter uma ideia da produtividade gerada pelo Rails.

Foi o ano que fiz minha primeira palestra ( em dupla com Francisco Souza) sobre CodeIgniter. Onde aprendi a otimizar meu código com o uso de ORM ( vide Doctrine ) e passei a usar amplamente o Overzealous DMZ.

Foi um ano que li menos que minha média natural de livros por ano mas ainda assim tive a oportunidade de ler os livros de Ricardo Semler e aprender um pouco mais sobre a história e preceitos de Steve Jobs.

Ano em que pela primeira vez utilizei um macbook. O ano em que aprendi um pouco sobre Scrum na prática.O primeiro ano que sobrou algo do salário e pude tomar decisões que demandavam maior investimento. O ano em que tomei decisões que vão afetar todo o resto de minha vida.

Foi um bom ano. E acredito que preparação para um ano bem melhor. Um ano em que pude construir boas amizades e trabalhar com ótimos profissionais.

A todos que puderam colaborar com um este ótimo ano deixo meu agradecimento e que eu possa fazer o mesmo nos anos que se seguirem em minha vida.

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Overzealous – CodeIgniter ORM Library em casa nova.

Para os que acompanham o desenvolvimento do DMZ ( Datamapper Overzealous ) e se assustram ao encontrar somente páginas 404 no projeto ele agora se encontra em um novo site sendo mantido por Harro “WanWizard” Verton.

Eu pessoalmente utilizo bastante o CodeIgniter associado com o DMZ. Não vejo forma mais eficiente de se trabalhar com o php atualmente.

Para aqueles que se interessarem podem encontrar mais sobre o dmz em seu novo lar.

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Vinicius Teles fala de empreendedorismo e sua trajetória no 12 Encontro Locaweb

Vinicius Teles falou um pouco sobre sua trajetetória e sobre algumas decisões que precisam se tomadas para se encarar o mundo empresarial. Vale a pena ouvir sobre a experiência se você pretende trabalhar com desenvolvimento de aplicações seja como proprietário ou não.

No meu caso ao assistir o que me chamou atenção foi o momento em que Vinicius fala sobre a decisão do uso do plano de negócios e os motivos por não se utilizar. Tenho experiência acadêmica com relação a criação de um plano de negócios como projeto de fim de curso e questiono seu uso para todos os casos listados de uso.

No momento ele fala sobre a implantação de um projeto não pude deixar de lembrar da palestra de Guilherme Silveira sobre “Um produto em 10 dias”. Até onde valeria a pena uma pesquisa mais elaborada ou um projeto que tateie o mercado. De certa forma Vinicius antes faz comentários que para mim respondem tal questão: Para desenvolvedores colaboração, estar no mercado, é fundamental. Logo o mercado te conhecerá e você saberá como está a receptividade.

De forma alguma quero dizer que um plano de negócios é desnecessário mas sim de se fazer um julgamento antes de embrenhar em uma pesquisa avassaladora para algo que talvez poderia ter sido feito “em 10 dias” e dado algumas respostas.

O mais importante ( em ambos os casos ) é não ter medo de errar.

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